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28 novembro, 2011

Review: Onimusha 3 - Demon Siege [PS2]

Fica dificil, mas não deveria, resumir para avaliação esse grande jogo após o mesmo ter ganho "narrativa" no blog porém, vamos ver alguns aspectos técnicos que encerrou em grande estilo as aventuras de Samanosuke, e esperamos por tempo demais, logo uma continuação.

Lançado em 2004 pela Capcom, Onimusha 3 - Demon Siege (鬼武者3 :悪魔の包囲), é um jogo de ação, hack n slash com uma moderação nunca antes vista na história da indústria, que narra a aventura final do samurai mais fuck yea dos games, Samanosuke Akechi, lutando contra o vilão mais arroz de festa do Japão: Oda Nobunaga.

Por falar no tinhoso dos tempos feudal, o jogo inicia com ambos duelando até que uma magia faz Samanosuke se perguntar "que tipo de bruxaria é essa?" antes de ser enviado para um lugar desconhecido. Nesse lugar, ele conhece o policial Jacques, ou Jean Reno para os intimos,  e vê um "mundo" totalmente diferente do que conhece porém, infestado por monstros conhecidos.

Jacques não entende sobre esses ataques e Samanosuke descobre que está na cidade de Paris no ano de 2004. Um pouco a frente para quem veio do século XVI. Assim como acontece Akechi, o policial do futuro (isso lembra algum tokusatsu ...) é enviado ao passado. Agora começa a grande aventura que poderia ser um desastre mas não é!.

A idéia de usar as eras invertidas para os protagonistas é muito boa e conforme o jogo avança, fica cada vez melhor. No inicio temos "apenas" cada um por sí em sua era inversa porém, em um determinado momento do jogo ambos consegue se comunicar, graças a ajuda de Ako, um pequeno ser da raça Tengu semelhante a Navi em alguns momentos.

A França vai sendo tomada pelos monstros e magia do passado, além de receber visita de alguns vilões importantes que são aliados de Nobunaga. Podemos ver a Torre Eifel de um jeito nunca imaginado, deixando o filme de Resident Evil com sua cena do deserto noe squecimento. O mesmo se pode dizer do passado.

Com a maquina do tempo levando as coisas pro futuro, seria natural o inverso ocorrer no prcoesso e sim, iremos encontrar coisas modernas quando jogarmos com Jacques. Relógio, maquina de lavar roupas, motocicleta, entre outros, serão encontrados. A moto aliás, proporciona uma das melhores CG do game.

Aventura épica, desafios épicos. Tenha certeza que todo rumo ao final da aventura vai causando grandes expectativas e o jogo não decepciona quando entrega. A luta final trás de tudo um pouco: desafio, duelo tático, luta cinematográfica e tudo que um épico tem direito.

Terminando o jogo, assim como acontece em Resident Evil, temos alguns extras que vão desde mini-games com os personagens, jogar com Honda, e recompensas para quando começar um novo jogo.

02 outubro, 2011

Review: Dragon Ball Z Budokai Tenkaichi 3 [PS2]

Duas coisas são certas todo ano: fim de ano tem especial do rei na tv, e vem um novo jogo multiplataforma de Dragon Ball Z. Certamente a história do anime você já deve saber, mesmo que nunca tenha assistido afinal, basta apenas um game da saga para você ver a história toda.

Dragon Ball Z conta com 4 saga: Sayajins, Freeza, Cell Games e Boo. Em cada uma vemos os Guerreiros Z tendo novas ameaças e com isso, mais motivos para ficarem cada vez mais fortes, já que os inimigos estão sempre mais fortes.

O modo história do jogo, consegue trazer um pouco do drama, e muito da emoção de alguns embates épicos como Goku vs Freeza. Afinal, finalmente vemos o Super Sayajins que esperamos mais de 150 episódios para ver em ação.

Além das batalhas da cronologia, no modo história também temos batalhas dos 12 filmes de Dragon Ball Z ou seja, Bardock rules nesses momentos em que podemos assumir o controle do pai do Goku. Quando terminado a Saga Z, vem a Saga GT e com isso podemos finalmente liberar personagens extremamente apelões como os SSJ4. Completando tudo, temos como prêmio o inicio de tudo, com a história de Dragon Ball.

O jogo tem mais modos, como um cheio de desafios muito bom, dividido entre treinar seu personagem por 10 dias e sobreviver a desafios ou encarar desafios com regras pré-estabelecidas como formar uma equipe de X pontos, para derrotar o time rival.

Os torneios agora estão bem diferentes. Não é mais possível escolher para jogar qualquer torneio, agora cada torneio tem a sua devida hora para se jogar. A novidade aqui é o "Yamcha Games", que funciona como uma espécie de roleta, onde o seu personagem é escolhido aleatóriamente para competir, porém o torneio é relativamente fácil comparado às outras competições. A dificuldade dos torneios também é escolhida pelo computador sendo impossível escolher a dificuldade, a não ser no modo Free Tour, que é uma opção para multijogadores, que não tem nenhum prêmio em dinheiro, servindo apenas para diversão. Agora, cada torneio tem um oponente final, que sempre enfrenta o jogador na luta final.
  • World Tournament: O famoso Tenkaichi Budoukai onde a regra especial é o Ring Out. O oponente final pode ser Mestre Kame, Videl ou Mr. Satan.
  • World Martial Arts Big Tournament: O torneio mais simples aonde as lutas são ao redor do mundo sem regras especiais. O oponente final sempre é Mr. Satan.
  • Cell Games: O mais difícil. O jogador recupera apenas uma pequena parcela de energia entre uma luta e outra e no final deverá enfrentar Cell na forma perfeita com habilidades aumentadas. Esse torneio é o que mais oferece dinheiro no jogo.
  • Otherworld Tournament: Esse torneio é difícil apesar de oferecer pouco dinheiro. Todos os oponentes estão com habilidades aumentadas podendo acabar rapidamente com o combate. O jogador terá como adversário final Goku SSJ3 ou Pikkon. Nesse torneio só aparecem participantes que já tiveram ao menos uma morte.
  • Yamcha Games: Torneio na qual o jogador deverá competir com um personagem escolhido por Yamcha. Como o nome sugere, o oponente final sempre é Yamcha, em compensação, os outros participantes são os personagens mais fortes da série.
Como logo vemos, ou melhor, ouvimos na apresentação do jogo, o som tem muito destaque. Aconselho a deixar o audio em japonês, pois a dublagem norte americana é muito estranha para alguns personagens. Com mutia levadas de J-Rock, e músicas certas pros momentos quase certos, somado a vozes originais, o audio do jogo é um destaque a parte.

Budokai Tenkaichi 3 é um dos jogos da série que é obrigação dos fãs jogarem, além de ser uma versão definitiva e base para a versão de cada ano.

Se tiver alguem dúvida, consulte a lista de personagem para ver se o seu favorito está no jogo:

Andróide N°08
Arale
Avô Gohan
Bardock
Bardock Macaco Gigante
Chaos
Chi-Chi Criança
Gohan Criança
Gohan Jovem
Gohan Jovem Super Saiyajin
Gohan Jovem Super Saiyajin 2
Gohan Adolescente
Gohan Adolescente Super Saiyajin
Gohan Adolescente Super Saiyajin 2
Gohan Adolescente Grande Saiyaman
Gohan Adolescente Definitivo
Gohan do Futuro
Gohan do Futuro Super Saiyajin
Goku Criança
Goku Criança Macaco Gigante
Goku Início
Goku Médio
Goku Médio Super Sayajin
Goku Final
Goku Final Super Saiyajin
Goku Final Super Saiyajin 2
Goku Final Super Saiyajin 3
Vegetto
Vegetto Super Sayajin
Gogeta
Gogeta Super Saiyajin 4
Goku GT
Goku GT Super Saiyajin
Goku GT Super Saiyajin 3
Goku GT Super Saiyajin 4
Goten
Goten Super Saiyajin
Gotenks
Gotenks Super Saiyajin
Gotenks Super Saiyajin 3
Kaioshin
Kibitoshin
Kuririn
Mestre Kame
Mestre Kame 100% de Poder
Mr. Satan
Nail
Paikuhan
Pan
Piccolo Daimaoh
Piccolo Início
Piccolo Final
Tapion
Ten Shin Han
Trunks do Futuro Adolescente (Espada)
Trunks do Futuro Adolescente (Espada) Super Saiyajin
Trunks do Futuro Adolescente
Super Trunks do Futuro Adolecente
Trunks
Trunks Super Saiyajin
Vegeta Explorador
Vegeta Explorador Macaco Gigante
Vegeta 1ªForma
Vegeta 1ªForma Super Saiyajin
Vegeta 2ª Forma
Vegeta 2ª Forma
Super Vegeta
Vegeta GT
Vegeta GT Super Saiyajin
Vegeta GT Super Saiyajin 2
Vegeta GT Super Saiyajin 4
Majin Vegeta
Videl
Videl Grande Saiyaman 2
Oob
Majoob
Yajirobe
Yamcha
Akkuman
Andróide N° 13
Andróide N° 14
Andróide Nº 15
Andróide N° 16
Andróide N° 17
Andróide N° 18
Andróide N° 19
Andróide N° 20 (Dr. Gero)
Appule
Babidi
Baby Vegeta
Baby Super Baby 1
Baby Super Baby 2
Baby Super Baby Macaco Gigante
Bojack
Bojack 100% Poder
Broly
Broly Super Saiyajin
Broly Lendário Super Saiyajin
Botter
Capitão Ginyu
Cell Imperfeito
Cell Semi-Perfeito
Cell Perfeito
Cell Super Perfeito
Cell Júnior
Cooler
Super Cooler
Cui
Cyborg Tao Pai Pai
Dodoria
Dr. Wheelo
Fasha
Fasha Macaca Gigante
Freeza 1ª Forma
Freeza 2ª Forma
Freeza 3ª Forma
Freeza Forma Final
Freeza Forma Final 100% de Poder
Garlick Júnior
Super Garlick Jr
Gurdo
Hirudegarn
Janemba
Super Janemba
Yiz
Li Shenlong
Omega Shenlong
Majin Boo
Majin Boo Maldade Pura
Metal Cooler
Mecha Freeza
Nappa
Nappa Macaco Gigante
Kid Boo
Pilaf
Raditz
Raditz Macaco Gigante
Rikum
Rei Cold
Rei Demônio Daburá
Rei Vegeta
Rei Vegeta Macaco Gigante
Saibaiman
Salza
Slug
Slug Gigante
Spopovich
Super Andróide N° 17
Super Boo
Super Boo Gotenks Absorvido
Super Boo Gohan Definitivo Absorvido
Suu Shenlong
Tambourine
Tao Pai Pai
Turles
Turles Macaco Gigante
Zangya
Zarbon
Zarbon Monstro

03 setembro, 2011

Diário Gamer: Namco x Capcom - Prelúdio

A saga que venho à meses prometendo iniciar seu arquivamento enfim ganha o impulso inicial porém, até chegar aonde quero nos posts terei trabalho princpalmente por ser tratar de um grande jogo que infelizmente não chegou ao Ocidente. Muito antes da Capcom e da Namco colocarem na mesa a idéia de Ryu contra Kazuya, já tinhamos muita gente dos dois universos lutando salvar ou tentando destruir o mundo em Namco x Capcom.

Para começar vamos aos dados básicos do jogo e conhecer os protagonistas que são exclusivos para o jogo (apesar de aparecem em outro jogo com o sucesso). Em 26 de Maio de 2005 era lançado no Japão Namco x Capcom (ナムコ クロス カプコン Namuko Kurosu Kapukon) um JRPG de ação (isso mesmo) unindo os personagens mais famosos, ou não, do universo das duas empresas. Claro que ao lermos o nome logo pensamos em um jogo de luta e por isso, um RPG de Ação amigos.


Por mais que toda a história siga como nos RPGs, com a veia mais Tactical como Ogre Battle e Final Fantasy Tactics, na hora das lutas não temos menu de opções com Ataque, Defesa, Item, Magia e etc. Quer dizer, até mas não no combate. Na hora da luta conforme o nível do personagem, o mesmo terá direito a um X golpes em sequencia. 


Tanto lutando a distância ou corpo-a-corpo, os Branchs estarão presente e quanto mais golpes conectar, melhorando o combo, melhor recompensado somos ao final da luta. Cada personagem evolui individualmente, mesmo controlando um bando e as vezes uma gangue. Dependendo da forma de ataque, os golpes variam e alguns personagens só consegue um tipo como por exemplo Ryu tem vários golpes corpo-a-corpo e Hadoukens a distância enquanro Jin Kazama somente consegue lutar perto e Megaman e Roll que atacam de longe.


Os ataques são feitos usando Bolinha e usando com os direcionais, temos outros golpes e conectando-os, temos os combos devastadores dos personagens. Aliás, conforme sobem de nível, algum golpe pode sair dando lugar a outro mais forte gerando novas combinações para arrancar mais dano nos inimigos.

Outro grande destaque no jogo fica por conta da trilha sonora matadora desde a perfeita "Brave New World"na abertura aos temas clássicos com roupagem "moderna" de cada personagem além das músicas feitas para o jogo que são ótimas demais. A parte sonora é perfeita, quem reclamar que faça melhor hehe. 







O ano é 20XX (algum dia durante o século vinte e um), e o jogo é protagonizado pelos personagens Reiji Arisu e Xiaomu (personagens originais criados especificamente para este jogo). Ambos trabalham para uma unidade especial chamada Shinra e são mandados à investigações de espíritos e perturbações do outro mundo. Eles estão investigando inicialmente uma estranha sleeping sickness (doença do sono) na área Shibuya no Japão, quando fica evidente que algo muito maior está em jogo. Os personagens, tanto bons como maus, de outros tempos e outros mundos começam a aparecer no Japão no ano 20XX.

Personagens


Reiji Arisu (栖零児, Arisu Reiji)

Criado para o jogo, há 10 anos perdeu pai devido as guerras entre Shinra e Ouma. Reiji é muitas vezes descrito pela sua parceira Xiaomu, "um asno apertado taciturno", que incita Reiji a retribuir com algo jocoso. Enquanto ele pode não mostrar, ele preocupa-se profundamente por Xiaomu, mesmo ele se desfazendo de vários comentários dela, chistes ou não. Ele transporta uma maleta que contém 2 espadas e uma espingarda; cada uma das espadas manda associar um elemento com ela. Ele também tem uma pistola presa em seu cinto.

Xiaomu (小牟, Shaomu)

Completando a dupla protagonista, Xiaomu é conhecida como uma "raposa mística" com uma idade de 765 anos. Ela foi parceira do pai de Reiji, Shougo Arisu na organização Shinra há 10 anos, até a sua morte. Xiaomu muitas vezes retrata uma natureza um pouco coquete em direção a Reiji, embora ele muitas vezes ignore. Além de dar nos nervos de Reiji, ela pode ficar um pouco protetora a Reiji quando o assunto sobre a morte do seu pai aparece, ou Saya. Ela maneja uma espada de cana elementar de gelo estilizada ao estilo de bastão Shakujo, bem como uma pistola. Ela é também capaz de usar ataques mágicos, como raios de energia pelo dedo, com o qual ela fornece a maior parte dos ataques de alcance em dupla.


16 agosto, 2011

Diário Gamer: Onimusha 3 - O duelo final

O último post da saga será longo e se ainda não leu o anterior clic aqui! Como vimos, Samanosuke chegou até a Catedral de Notre Dame e Jacques chegou a um tipo de santuário. Em suas ações pela Catedral, Samanosuke chegou ao mesmo local que Jacques está no passado e partir daqui o jogou ficou mais interessante ainda.

Agora a brincadeira com o tempo tem um pouco do nosso controle. Há 3 portas e lógico, cada uma nos reserva suas surpresas. A sala principal é circular e no centro há um pseudo altar onde há esculturas de dragões. Temos o caminho azul, caminho amarelo e o caminho vermelho. Um caminho ajuda para prosseguir no próximo e mais do que isso, para fazer algo no presente (Samanosuke) você precisará fazer algo no passado (Jacques) e até memso vice e versa.

Pode parecer estranho visto que nunca temos o controle das ações tmeporais entretanto, Ako começa a nos ajudar ainda mais. Cada espelho de save point recebe um espelho que na verdade é um portal do tempo pelo qual Ako viajará carregando os itens qus os heróies necessitam para abrir caminho.

Após fazer um caminho com um dos heróis, explore com o outro pois entre todos os desafios, um belo prêmio aguarda por Samanosuke. O último caminho é o vermelho e ele reserva uma desagradável surpresa para Jacques, um cão de guarda de duas cabeças que é o melhor para ilustrar placas de cachorro bravo.

O 'bichano' domina poderes de gelo e elétrico, fora suas fortes investidas. Jacques precisa abusar das esquivas e golpes certeiros pois não bastasse o cão ser um apelo, ele tem sua armadura para reduzir danos e dificultar os acertos de golpes. Depois de duelos e cada vez mais perto de rever seu filho, Jacques pega um trem e pode descansar um pouco.

Enquanto no presente, grandes desafios também aguardam por Samanosuke porém, o pior acontece. Em determinado momento ficamos sem o controle de Samanosuke e jogamos no Zoologico de Paris com ... Michelle. Com a policial ficamos com golpes de sua metralhadora ajudando em curta distância e granadas para um pouco mais longe e mais impacto. Após muitos perigos, sim, os piores inimigos vem quando jogamos com ela, a garota consegue salvar Samanosuke e Henri que estavam presos.

Antes de chegar em um antigo castelo, Samanosuke tem seu confronto contra Gildenstern, nada muito preocupante apenas manter a atenção nele e seus capangas. Ao chegar no castelo temos novamente a tabela do tempo e muita coisa há de ser feita para ambos seguirem em frente. O principal hall do castelo, dará muito trabalho para ser aberto.

No passado Jacques vê escravidão, muitos demonios e a "demonia" que é esposa de Nobunaga. O maior desafio acaba sendo a "Sra. Nobunaga" contra Jacques mas antes de chegar ao confronto, temos uma cena onde o passado e o presente se unem por pai e filho. Jacques cai em uma sala armadilha e Henri de alguma forma consegue mandar os comandos para seu pai seguir em frente.

No presente, Samanosuke descobre que deve ir para a Torre Eifel porém, ao sair do castelo vê o cão guardião despertar do seu sono de séculos. O desafio do cão com Samonasuke é mais dificil do que quando o enfrentamos com Jacques. Aqui é um ótimo momento para mostrar tudo que se aprendeu no jogo sobre golpes e esquivas certeiras.

Um dos belos golpe do destino, trás Honda para ajudar Jacques no passado. O francês, jovem Samanosuke e Honda partem em busca de algo que fará com que tenham mais chances de chegar até o castelo de Nobunaga. Viajando pelo gelo e após muitas buscas, eles conseguem a jóia e Jacques enfrenta derradeiramente a Sra. Nobunaga. Após tudo isso, Samanosuke invoca ume exercito de dêmonios e para chegarem a um dos castelos, mas descobrem que Nobunaga se encontra em outro local.

As coisas na Torre Eifel não estão fáceis e Samanosuke tem muitos desafios em seu caminho principalmente Ranmaru. Mas antes de fechar o arco de Samanosuke, Jacques consegue terminar sua parte da missão e regressa ao presente. Samanosuke derrota Ranmaru e após se despedir dos novos amigos, volta ao seu tempo para derrotar Nobunaga de uma vez por todas, já que Jacques pensou que tinha conseguido.

Chegando ao seu tempo, Samanosuke encontra sua jovem versão que estava ajudando Jacques, ferida e pega seu poder para travar a batalha final contra Oda Nobunaga. O primeiro é um duelo sem emoção, que serve para nos levar a verdadeira luta no qual vêmos total ONI POWER em ação para jogador nenhum reclamar do que tem em telas e mãos!!!

A batalha final é digna de tudo e vale toda a jogatina feita para chegarmos a essa parte. A dificuldade pode ser alta se o dominio de movimentos de Samanosuke for baixo e seu instinto Rambo for alto demais. Após a épica batalha curta o final dessa grandiosa saga e que deixa um mistério no ar ...

03 julho, 2011

Diário Gamer: Onimusha 3 - Rumo a Notre Dame

Voltando os relatos das aventuras de Samanosuke e Jacques no presente e no passado, para deter as ambições de Nobunaga. Na última parte, vimos que Akechi começou a entender melhor os fatos ao seu redor e o tempo em que está enquanto Jacques passou por sua primeira grande batalha. Clic aqui e relembre.

Após Ako aparecer e explicar tudo para Samanosuke, junte com Michelle parte para a Catedral de Notre Dame. Para chegar até lá, a dupla precisou ir pelos esgotos pensando que teriam um pouco mais de tranquiladade porém, assim como nas ruas, os esgotos também estão infestados de monstros. Entre Slimes e Monstros Peixe, a dupla passa por alguns problemas para poder seguir até finalmente chegarem na Catedral.

Enquanto isso no passado, Jacques chega a uma cidade portuaria cuja o nome eu esquecera (=P) e vasculhando um pouco, descobre mais sobre como coisas do futuro estão indo para o passado e vice versa. Entre suas andaças, Blanc encontra sua moto no porto e de brinde, tem um duelo com Heihachiro Tadakatsu Honda. Após a luta, Honda sai rindo, pois apenas queria testar Jacques e que ao ver o návio de Guildenstern, faz a cena mais fuck yeah do jogo, maybe dos jogos. Usando sua moto, ele parte com tudo em direção a rampa e salta rumo ao návio e, com a ajuda de seu chicote consegue chegar ao mesmo após saltar da moto.

Voltando a Notre Dame, Samanosuke descobre que a Catedral está quase como uma base para Guildenstern, e mais monstros o ataca. Após descobrir uma passagem secreta, Akechi descobre mais sobre os planos do feiticeiro e sua magia que está bagunçando o tempo a favorecer Lorde Nobunaga.

No návio, Jacques descobre mais segredos e tem mais problemas com os capangas, até que finalmente sua jornada no návio encerra ao chegar ao destino da viagem. Um local que irá deixar a dupla mais próxima mesmo estando anos e mais anos separadas pelo tempo, com a ajuda de Ako para isso.

21 março, 2011

Review: Hokuto no Ken – Shinpan no Sososei Kengo Retsuden [PS2]

Um antigo review para começar a semana explodindo cabeças, com vocês: Hokuto no Ken para PlayStation 2.

Após muito tempo sem review, cá estou para analisar mais um jogo e dessa vez para “variar” um pouco, mais pancadaria e novamente envolvendo os guerreiros do anime-mangá Hokuto no Ken. Desenvolvido pela Arc System, a mesma de Guilty Gear, e distribuido no ocidente pela Sega, Hokuto no Ken – Shinpan no Sososei Kengo Retsuden (北斗の拳 審判の双蒼星 拳豪列伝, ou Fist of the North Star: The Twin Blue Stars of Judgment – History of the Fist Masters), é um dos melhores jogos baseado na série e caiu como luva no estilo Guilty Gear.

Relembrando a história de Hokuto no Ken: Em 199X, como resultado dos crescentes conflitos que afligiam o mundo, a Terra foi devastada por bombas nucleares. Os mares secaram, as terras tornaram-se inférteis… Quase todas as formas de vida foram extintas. Porém, a humanidade sobreviveu… Se é que se pode chamar isso de vida.

O mundo transformou-se. Após as bombas, uma nova era surgiu, onde a violência e o poder reinam. E nesse mundo caótico, Kenshiro, o único herdeiro de uma lendária arte marcial chamada Hokuto Shinken, é a última esperança da humanidade contra os tiranos e opressores.
Com essa história, surgiu o anime mais macho da face da Terra e animes assim, sumiram nos dias de hoje, ou você acha que supostos ninjas do mesmo sexo se beijan, é a coisa mais macho da face da Terra?

Gráficos

A Arc System caprichou na produção do jogo e os persnagens estão bem fiéis ao anime, tanto em tamanho e proporção, quanto em características e trijeitos. As sprites e animações ficaram muito boa, e digo mais, Guilty Gear ficou pequeno perto e Hokuto no Ken. Os cenários, retratam bem o que vemos no anime, desde a Vila da Lynn a Southern Cross do King.

Jogabilidade

Comparado a Guilty Gear, o jogo tem controles simples de ser domado, mas exige empenho do jogador para formar combos, nada de outro mundo porém nenhuma moleza como easy mode dos jogos Versus da Capcom, por exemplo.
Cada personagem tem 3 especiais, os 2 tipos de Fatal, de 1 ou 2 estrelas de potência e os Fatal K.O. Por falar neles, são um show a parte no jogo e também grande euforia.
Assim como no Guilty Gear temos os golpes mortais de animações ‘dumal’, os Destroy, o Fatal K.O. é exatamente issoi porém, sem dar vitória automática, fazendo com que o próximo Round seja realizado.
Enquanto no GG você apenas realizava dois comandos, o primeiro para acertar o rival e o segundo Destroy em sí, em Hokuto no Ken você precisa tirar as 7 Estrelas do Hokuto que cada lutador tem. É a barra que fica embaixo do life de cada jogador. Sempre que um golpe combinado (P+K, HP+HK ou H+HK, e para alguns P+HP), o personagem perde uma estrela. Quando perder as 7, um quadro vermelho aparecerá na tela com seu rosto, nessa hora, basta acerta-lo a qualquer momento com o comando clássico de Hadouken + HP+HK para ver o show.


Som


Apesar de pouco variada, a trilha do jogo sem dúvida é o ponto forte. Assim como seu jogo base, o heavy metal domina e embala as lutas junto da clássica Ai wo Torimodose que po sinal, embala a abertura do jogo, tornando realmente um jogo épico para os fãs da série.


A dublagem também merece destaque, você realmente se sente no universo de Hokuto no Ken, desde o modo de falar de Kenshiro, as risadas de Shin e a serenidade de Toki.

Replay

O jogo possuí os modos Arcade, Vs CPU, VS P2, Training, Survival, History e 10 personagens: Kenshiro, Rei, Mamiya, Toki, Thouther, Shin, Raoh, Jagi, Juda e Mr. Heart. O Arcade e o Survival são bons desafios, e o modo History vai exigir empenho do jogador, já que os eventos do anime devem ser realizados através das lutas, registrando momentos históricos como o choque das voadores entre Kenshiro e Shin.

Veredito

Tanto quanto um jogo de luta e como jogo para os fãs da série, Shinpan no Sososei Kengo Retsuden é um ótimo jogo e vai agradar quem gosta de bons jogos de lutas e mais ainda quem é fã da série.
 

Omae wa mou shindeiru!


01 fevereiro, 2011

Review: Mortal Kombat Armageddon [PS2]

Após a longa ressaca de fim de ano, acá está o primeiro review de game do ano. Demorou e por isso, vou começar com um jogo que teria o review no ano passado, mas coisas da vida aconteceram e eu não tinha animo para escrever e ainda mais um jogo que "brinca com a morte".

Introduções a parte, para o pessoal da minha época lembra de quando chegamos nas casa de fliperama/bar e vimos o que queria ser o concorrente do Street Fighter, depois do King of Fighters, com aquela violência tão real. Com gráficos "reais" e pura sanguinolencia, chegava o jogo chamado Mortal Kombat. Com orçamento precário, muita coisa foi improvisada com os panos sendo mascara para os ninjas por exemplo.

Não irei falar desse clássico, mas sim do último Mortal Kombat "real" até a chegada do próximo Mortal Kombat xerox de Super Street Fighter IV, Mortal Kombat Armageddon [PS2]. Lançado em 9 de Outubro de 2006, MKA chega como uma compilação (similar ao Mortal Kombat Trilogy, lembra? Não? Então Now Loading sua memória ...)

Sua op resume a história: Com os guerreiros ficando fortes demais para serem manipulados, os Elder Gods enviam um guardião para absorver os kombatentes sedentos por sangue. Surge uma enorme cratera em Edenia e sem muito alarde, surge uma enorme pirâmide do solo e envolta de muito fogo. No topo encontra-se Blaze, e os heróis e vilões partem para a escalada derradeira ...



Gráficos

O jogo possui belos gráficos, tanto na retratação dos personagens quanto nos cenários. Desde que virou 3D (mas sem contar o 4 por manter um pouco dos atores), Mortal Kombat sempre recebeu críticas nesse aspecto, já que os atores era uma marca registrada da série. Os personagens normais, ficaram bem feitos, a anatomia dos maiores e ficticios como Goro e Kintaro, ficam menos estranhas, visto que seus 4 braços geram muitos pensamentos para suas anatomias e assim, parecer "natural"

Os cenário são tão belos quanto mortais. Alguns tem apenas mudança critica, enquanto outros podem gerar vitória automática se o o adversário foi jogado no lugar certo, como na esteira com o rolo de espinhos, na lava e por ai vai.

Jogabilidade

Com a mudança de estilo da série, sua jogabilidade foi quem mais sofreu. Sim, é terrível se acostumar ao novo estilo para quem veio da old school de golpes baixos e altos, bloqueio e corrida. Simples não?

O "novo" gameplay é estranho, na tentativa de não virar Tekken ou Virtua Fighters, Ed Boon se perdeu nesse ponto. Um botão que é soco, pode virar chute dependendo da ação. Golpes com armas são fortes porém muitas vezes mais atrapalham que ajudam, mas quando acertam levam um bom life rival.

Cada lutador chega a ter 1 a 2 estilos de luta, sem contar quando troca para arma, gerando novas táticas e mais pesadelos com golpes. Ao mesmo tempo que algumas coisas ficam chatas, outras ficaram mais simples como o Bicycle Kick de (Zumbi) Liu Kang, comando clássico do Hadouken com X.


Ai você se pergunta, se os comandos estão assim, então voltamos a ter Fatality com comandos de Brutality do UMK3? Não! Agora temos Fatality sequencial e difícil de acertar as sequências porém, acertar o fatality está bem fácil agora.




Som

As músicas das Arenas são boas, seguindo bem o clima musical que sempre envolveu a série. Destaque vai para a dublagem no modo Konquest.

Replay

O foco do fator replay fica por conta dos "extras" como o Motor Kombat e o Konquest. No Motor Kombat, temos a versão Jogos Mortais de Mario Kart estrelado pelos personagens de MK como Baraka, Sub-Zero, Scorpion, Kitana e outros. Já o modo Konquest, é um modo de aventura na qual você no papel de Taven terá de derrotar Blaze. No meio da jornada, você recolhe itens e dinheiro e os artefatos. Conforme completa uma linha, um segredo é liberado no jogo.

Finnish Him

Finalizando, MKA é o melhor do Mortal Kombat em 3D. Deadly Aliance foi um capitulo negro com a morte de Liu Kang, Deception o título diz tudo. Muitos dizem que o Deception é melhor que o Armageddon mas considero isso muito dificil de ser aceito após jogar ambos.

Prós

+ 63 Personagens a escolha, tá bom ou quer mais?
+ Fatalities simples de se executar
+ Konquest mode melhorado
+ Arenas literalmente mortais
+ Kreat a Kombatent

Contras

- Gameplay fraco
- Custom Fatality dificil de sair
- Konquest Mode por mais legal que seja, consegue se tornar um pesadelo
















10 novembro, 2010

Review: Mortal Kombat Shaolin Monks [PS2]

Mortal Kombat: Shaolin Monks foi lançado em 2005. O jogo não faz parte da série original de jogos de luta, mas é considerado pelo criador da série, Ed Boon, um começo mais completo para a história da série e a versão definitiva dos fatos ocorridos entres os 2 primeiros jogos da série.

Os eventos de "Shaolin Monks" são passados desde o fim do primeiro Mortal Kombat, e por toda a extensão de Mortal Kombat II, chegando até o seu fim. Em Shaolin Monks, você assume o papel de Liu Kang ou Kung Lao, dois monges Shaolin, em sua jornada para defender o Reino da Terra da tentativa de invasão de Shao Kahn e seu feiticeiro, Shang Tsung. Durante a jornada, o jogador encontra personagens famosas da série, como Baraka, Mileena, Johnny Cage, Kitana, Reptile, Jade, Raiden, Sub-Zero, Scorpion, Goro, Kano, Ermac, Smoke e Shao Kahn. E cenários igualmente conhecidos, como a Dead Pool e a Living Forest.

Contudo, o jogo é controverso ao enredo da série em alguns pontos e segundo o próprio Ed Boon, criador da série, o enredo pode ser considerado um "recomeço" para a série e visa explicar alguns pontos vagos na história de alguns personagens, até mesmo Ermac foi incluído de forma a deixar a sua existência definitiva na história de Mortal Kombat. Segundo Ed Boon, alguns fãs iriam rejeitar a história do jogo, ao que ele alegou que deve ser vista com a "mente aberta" e que tinha certeza que os fãs mais fiéis da série iriam associar de forma positiva esta nova versão dos acontecimentos envolvendo os 2 primeiros jogos da série a caminho para o terceiro jogo.

Gráficos

Sinceramente aqui divide o jogo. Ao mesmo tempo que temos uma boa construção dos personagens, também temos alguns meio bizarros como o caso de Sonya Blade e seus peitos gigantes quase triangular!

Os personagens estão reconhecíveis, mesmo usando o visual "atual" da série, ou seja, nada de vermos os ninjas (se bem que só o Scorpion é ninja mesmo) com os panos como se fossem mascaras no lugar da mascara. As ninjas bem mais curvilineadas e com novo uniforme (menos drástico que os dos ninjas quanto aos originais).

Enquanto os personagens se salvam, os cenários merecem destaques. Tudo que nós já vimos nos arcades nos anos 90, estão aqui presente e o melhor, sempre reconhecemos o cenário pois, mesmo sendo agora bem maior (tá, isso foi sacanagem). Desde (a "nova") Goro Lair, até a Arena de Shao Khan!

Jogabilidade

Controles simples e diretos, na medida. Ok, tem combinações porém, não é nada do outro mundo e você se acostuma em pouco tempo. Socos, chutes, arremessos, 'magias' e fatalities, tudo está no jogo. Conforme você vai avançando, vai aprendendo novas manhas. Logo de cara, Rayden te ajuda a aprender o básico para sobreviver e, após algumas missões, novos movimentos surgem como os Fatalities, Mutalities e os Brutalities.

Não feliz com isso, ainda temos opções para "turbinar" o personagem com todos seus golpes famosos e ainda, habilitar combos individuais e em duplas pro Ko-Op mode.

Som

Faz bem o seu papel ao climatizar as fases porém, muitas vezes torna-se meio repetitivo. Temos todos os sons clássicos aqui, desde o clássico "Hooppy" "Puppie" whatever, narrador dizendo Finish Him/Her e Fatality/Mutality/Brutality. O destaque fica para a dublagem dos personagens, se não me engano todas as vozes originais estão presentes, ou há poucas novas, afinal já mudou tanta coisa em MK que nada surpreende (a não ser a volta de um jogo decente de luta).

Replay

Se ver a narrativa que deu inicio ao torneio (torneio??) Mortal Kombat não for o suficiente, você após concluir o jogo, terá missões extra com o Smoke entre outros e, coletar as Conception Arts e sekrets do game, umas 3~5 jogatinas garantidas já que você pode habilitar Scorpion e Sub-Zero pro Story Mode.

Em meio a tudo que vimos de MK na decada, Shaolin Monks se salva. A empreitada beat n' up de Ed Boon foi muito bem feita, agora resta a ele restaurar sua criação pois, desde que a jogabilidade ficou totalmente diferente e os personagens mudaram (isso sem falar na morte do Liu Kang), MK não é mais o mesmo, mas Shaolin Monks salva a decada.


Prós

+ Reviver o clássico
+ Criatividade para algumas sacadas

Contras

- Contradições na história
- CGs poderiam ser beeeeem melhores, poderiam existir de verdade.